quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Eu vejo você, minha princesa!

Às vezes olhamos para uma infinidade de coisas, buscando o que é certo para nós, o que é correto perante a sociedade e o que pode agradar a nossa família. A busca é difícil, pois dificilmente algo consegue preencher completamente esses requisitos. Às vezes achamos alguma similitude, digamos uma verossimilhança, na qual nos jogamos de cabeça com medo de nunca mais achar nada parecido... mas aí vêm as decepções, as tristezas... o sentimento de falência.
Nesse momento, paramos de procurar... tudo em volta perde o sentido, juramos nunca mais nos dedicar a nada, pois nada parece valer a pena um novo sofrimento, uma nova angústia.
Enquanto estava nesse momento ruim, ou como diria minha maninha, nessa "reclusão estratégica", alguém apareceu em minha vida. No começo, uma amiga, um obro seguro onde enconstar minha cabeça nos dias chuvosos... Mas o sentimento cresceu e, sem procurar, achei o que busquei a vida inteira, uma pessoa que preenchesse lacunas e apagasse mágoas, que trouxesse nova luz e cores para minha vida... Alguém a quem entregar novamente o coração!
Andréia, o tempo é uma maré que nos transporta sem perguntar onde queremos ir, e o sentimento é um barquinho sem remos que faz as vontades do mar, seja na bonança que na tempestade... Só te peço para ficar no meu barquinho, pronta a segurar em minha mão quando o mar remexer, confiante de que vou tapar todos os buracos pelos quais entrará água...
Amo-te, nada mais, nada menos...

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